Um orgulhoso guerreiro chamado Nobushige foi até Hakuin, e perguntou-lhe:
- “Se existe um paraíso e um inferno, onde estão?”
- “Quem é você?” perguntou Hakuin.
- “Eu sou um samurai!”, exclamou o guerreiro.
- “Você, um guerreiro!” riu-se Hakuin.
- “Que espécie de governante teria semelhante guarda? Você parece um pedinte.
Nobushige ficou tão raivoso que começou a desembainhar a espada, mas Hakuin continuou:
- “Então tem uma espada! Ela provavelmente está tão cega que não cortará a minha cabeça…”
O samurai retirou a espada num gesto rápido e avançou pronto para matar, gritanto de ódio.
Nesse momento Hakuin gritou:
- “Acabaram de se abrir as Portas do Inferno!”
Ao ouvir estas palavras, e percebendo a sabedoria do mestre, o samurai guardou a sua espada e fez-lhe uma profunda reverência.
- “Acabaram de se abrir as Portas do Paraíso,” disse suavemente Hakuin.
Fonte: Guia da Família e do Lar. Jan/11
Aqui tem humor, crônicas, contos, futebol das antigas, gibis, mpb, biografias de artistas e atrizes de hollywood.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
O frio que vem de dentro
Quatro homens ficaram bloqueados numa caverna por uma avalanche de neve. Teriam que esperar até o amanhecer para poderem receber socorro. Cada um deles trazia um pouco de lenha e havia uma pequena fogueira ao redor da qual eles se aqueciam. Se o fogo apagasse, todos morreriam de frio antes que odia clareasse.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de sobreviver. O primeiro homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida.
Olhou ao redor e viu um círculo em torno no fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude e nas roupas remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com seu lucro, pensou:
- Eu, dar minha lenha para aquecer um preguiçoso?
O segundo homem era negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático.
- É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem. E guardou suas lenhas.
O terceiro homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou:
- Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.
O último homem trazia no rosto e nas mãos sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.
- Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.
Com estes pensamentos, os homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer, quando os homens do socorro chegaram na caverna encontraram os cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Vendo aquele triste quadro, o chefe da equipe disse:
- O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.
Fonte: S.O.S. Dona de Casa / Out/10.
Chegou a hora de cada um colocar sua lenha na fogueira. Era a única maneira de sobreviver. O primeiro homem era um rico avarento. Ele estava ali porque esperava receber os juros de uma dívida.
Olhou ao redor e viu um círculo em torno no fogo bruxuleante, um homem da montanha, que trazia sua pobreza no aspecto rude e nas roupas remendadas. Ele fez as contas do valor da sua lenha e enquanto mentalmente sonhava com seu lucro, pensou:
- Eu, dar minha lenha para aquecer um preguiçoso?
O segundo homem era negro. Seus olhos faiscavam de ira e ressentimento. Não havia qualquer sinal de perdão ou mesmo aquela superioridade moral que o sofrimento ensinava. Seu pensamento era muito prático.
- É bem provável que eu precise desta lenha para me defender. Além disso, eu jamais daria minha lenha para salvar aqueles que me oprimem. E guardou suas lenhas.
O terceiro homem era o pobre da montanha. Ele conhecia mais do que os outros os caminhos, os perigos e os segredos da neve. Ele pensou:
- Esta nevasca pode durar vários dias. Vou guardar minha lenha.
O último homem trazia no rosto e nas mãos sinais de uma vida de trabalho. Seu raciocínio era curto e rápido.
- Esta lenha é minha. Custou o meu trabalho. Não darei a ninguém nem mesmo o menor dos meus gravetos.
Com estes pensamentos, os homens permaneceram imóveis. A última brasa da fogueira se cobriu de cinzas e finalmente apagou.
Ao alvorecer, quando os homens do socorro chegaram na caverna encontraram os cadáveres congelados, cada qual segurando um feixe de lenha. Vendo aquele triste quadro, o chefe da equipe disse:
- O frio que os matou não foi o frio de fora, mas o frio de dentro.
Fonte: S.O.S. Dona de Casa / Out/10.
terça-feira, 21 de fevereiro de 2012
Navegay 2012
O maior bloco de sujos do Sul do país saiu nesta segunda-feira na cidade de Navegantes, Santa Catarina. A festa foi de muita alegria e irreverência, com os foliões saindo na frente da praça do ferry-boat em direção à praia, embalados por trios elétricos, com bandas e DJs animando a galera. Na praia, os salva-vidas tiveram muito trabalho com alguns foliões que se excederam nas cervejinhas e champanhotas... ehehehe...
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