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terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Homem biônico em exibição


Um "homem biônico", com órgãos artificiais, sangue sintético e membros robóticos, estimado em um milhão de dólares, está em exibição no Museu de Ciência britânico. Batizado de Rex, abreviação em inglês de "Exoesqueleto Robótico", o humanoide de dois metros de altura com face estranhamente similar à humana, foi desenvolvido por especialistas de ponta em robótica para um programa de televisão.

Enbora seja mais barato do que o "homem de seis milhões de dólares", famoso pela cultuada série de televisão dos anos 1970, estrelada por Lee Majors, sua tecnologia é muito mais avançada do que a das criaturas biônicas concebidas pela ficção na época.

A criação inclui avanços chave em tecnologia prostética, com pâncreas, rim, baço e traqueia artificiais, além de um sistema circulatório com sangue funcional.

O psicólogo social suíço Bertold Meyer, nascido sem a mão esquerda e portador de uma sofisticada prótese biônica, deu as boas-vindas a Rex no museu.

"Durante muito tempo tenho procurado novas tecnologias biônicas, além do interesse pessoal, e penso que até cinco ou seis anos atrás nada especial estava acontecendo", disse Meyer. "Então, subitamente, estamos agora em um ponto em que podemos construir um corpo que é grande e belo à sua própria maneira especial", acrescentou.

A mostra no museu, que será aberta ao público esta quinta-feira, vai explorar as mudanças de percepção da identidade humana tendo como pano de fundo o rápido progresso da biônica, ainda que Rex não seja estritamente biônico, uma vez que ele não possui tecidos vivos.

Fonte: Terra.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Cigarro eletrônico e os perigos


O cigarro eletrônico é apontado como uma alternativa mais saudável do que a sua versão original, no entanto, especialistas agora afirmam que o hábito pode ser mais perigoso do que parece. As informações são do Daily Mail.

Os tubos movidos à bateria contêm um sistema de aquecimento, que transforma a nicotina em líquido em uma fumaça, que é inalada. Assim, o cigarro eletrônico produz um efeito similar ao do cigarro tradicional, mas, de acordo com os fabricantes, sem as substâncias químicas cancerígenas. No entanto, Elisabeth Pott, diretora do Federal Centre of Health Education, na Alemanha, afirma que esse método pode causar "irritação aguda do sistema resporatório".

Além disso, em 2009, a Food and Drug Administration, nos Estados Unidos, analisou os cartuchos dos cigarros eletrônicos e encontrou vestígios de diversas substâncias cancerígenas, como a nitrosamina. No entanto, os fabricantes dos produtos deste tipo afirmam que os níveis dessas substâncias nos cigarros tradicionais são muito mais elevados.

Os cigarros eletrônicos já foram banidos em países como Canadá e Austrália e alguns estados americanos.

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Fonte: Terra

Apple perde o nome iPhone no Brasil

A empresa Apple perdeu o nome "iPhone" para a Gradiente no Brasil. A próxima edição da Revista da Propriedade Industrial (órgão oficial do Instituto Nacional de Propriedade Industrial, INPI), que sai no dia 5, trará publicada a rejeição a pedidos da Apple para o uso do nome “iPhone” em celulares ou em produtos de áreas próximas à telefonia móvel. Isso porque a IGB Eletrônica, da Gradiente, obteve o direito exclusivo sobre telefones com esse nome em janeiro de 2008, tendo entrado com o pedido em 2000, sete anos antes de existir o iPhone da Apple. 

A Apple solicitou ao INPI o direito sobre a marca iPhone para diversos segmentos depois da Gradiente, em 2006, 2007, 2010 e 2011. Há dois anos, a companhia obteve autorização para usar a marca em “artigos de vestuário, calçados e chapelaria” e manuais de instrução. Mas os pedidos referentes a produtos que podem conflitar com o conceito de celular ainda não tinham sido completamente examinados pelo INPI em todos esses anos.

O INPI não informa quais dos 11 pedidos pendentes da americana serão negados, mas diz que todos aqueles cuja especificação lembrem celulares serão rejeitados. Entre os pedidos nessa situação estão os referentes a “dispositivos eletrônicos digitais móveis” com nome “iphone iphone”, de “projetos de desenvolvimento de hardware e software”, de “computador e periférico” e do aplicativo “Find My iPhone”, presente no aparelho da Apple.

Mas o instituto diz ser provável que a Apple consiga no dia 14 de fevereiro, numa outra edição da revista, a exclusividade para o uso em segmentos diferentes, pois os pedidos foram submetidos em datas próximas. Esses segmentos não foram especificados, mas podem representar apenas embalagens e serviço de varejo.

Em dezembro, a Gradiente começou a vender uma linha de smartphone chamada “gradiente iphone”. O aparelho foi lançado semanas antes de sua exclusividade sobre o nome caducar. Dessa forma, ao vender o iPhone no Brasil, a Apple fica vulnerável a processo.

Procurada, a Apple preferiu não se pronunciar.

Nos EUA, quem detinha a marca iPhone quando o smartphone da Apple foi lançado, em 2007, era a Cisco. A empresa processou a companhia de Steve Jobs, mas as duas fizeram um acordo.

Fontes: tecmundo; Globo.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Gasolina do ar

Pesquisador da Air Fuel Synthesis observa protótipo
Uma empresa emergente inglesa anunciou ter desenvolvido uma tecnologia que permite produzir combustível a partir de ar e água. Mais precisamente, a partir de hidrogênio e gás carbônico, a substância que costuma ser responsabilizada pelas mudanças climáticas. O produto é o metanol, que pode ser processado para produzir combustíveis usados em motores de automóveis.

O princípio empregado pela Air Fuel Synthesis não é novo, embora nenhum grupo de pesquisas tenha conseguido fazê-lo funcionar de forma viável.

Apesar de estar sendo saudado pela imprensa como "gasolina feita de ar" - o próprio nome da empresa sugere isto - o processo está longe de ser eficiente, e nem mesmo compartilha de total entusiasmo dentro da comunidade científica que busca alternativas ao petróleo que sejam ambientalmente sustentáveis.

O protótipo fabricado pela empresa está em operação desde Agosto.

Funcionando em escala contínua, ele produziu cinco litros de combustível desde então.

O projeto agora é construir um reator maior, capaz de produzir uma tonelada de combustível por dia, o que dependerá de acordos com "potenciais parceiros tecnológicos e investidores", segundo a empresa.

A empresa afirma ser possível construir esse reator em escala piloto dentro de dois anos. Uma refinaria em escala comercial, contudo, deverá levar ainda 15 anos de novas pesquisas e aprimoramentos.

A produção de combustível líquido a partir de hidrogênio e CO2 seria uma alternativa para países sem reservas de petróleo, ainda que, no atual estágio, não seja possível estimar o custo do metanol produzido por essa via.

O avanço técnico alcançado pelos pesquisadores da empresa inglesa é significativo.

Mas algumas ressalvas são importantes justamente porque são resultados anunciados por uma empresa, e estarem sendo repassados pela grande imprensa como se a solução técnica já fosse um produto à disposição dos consumidores.

Fonte: Inovação Tecnológica.