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quinta-feira, 12 de maio de 2016
A Origem dos Mitos sobre Gatos Pretos
“Para se transformar num mago, você deve amarrar um gato preto e jogá-lo vivo dentro de uma panela de água fervente. Deixe-o cozinhar até que a pele descole totalmente dos ossos.” - Infâmia localizada na internet.
A história de vida do gato preto é impressionante. Adorado por uns, sacrificado por outros, o gato preto sobreviveu a tudo apenas para reclamar o lugar que mais gosta de ocupar: um lugar quente, junto à janela.
As superstições acerca dos gatos nasceram desde cedo. Um dos primeiros povos a atribuir uma aura mística ao gato foram os egípcios que o idolatravam, tendo mesmo um Deus com a sua forma física, Bast. Em honra desta divindade, os egípcios mantinham gatos pretos em casa e davam-lhes honras reservadas a faraós, mumificando-os depois de mortos.
Mas foi na Idade Média que o gato viu a sua sorte mudar. Apesar de prestarem um importante serviço ao homem, caçando os ratos que eram considerados uma praga, a verdade é que havia uma legião de gatos vadios que faziam das cidades o seu território. A superpopulação terá sido o primeiro motivo pelo qual o gato deixou de cair em graça para passar a cair em desgraça.
A Idade Média ficou marcada pela superstição, bruxaria e febre religiosa. O gato, como animal independente e solitário, captou a atenção tanto de pagãos como cristãos.
No paganismo, o gato representa sabedoria e proteção, mas na magia negra, o gato preto macho personifica o diabo. No tarot, no baralho de Rider Waite , a Rainha de Paus é representada com um gato preto aos seus pés, significando energia instintiva, mas domesticada.
O gato é um animal que caça durante a noite e era na Idade Média acolhido por pessoas solitárias. Os gatos vadios eram os animais de estimação de mendigos e pobres, o que não abonou em relação à imagem do gato. Os olhos penetrantes que iluminam as noites contribuíram provavelmente para a catalogação do gato como espírito demoníaco. A cor preta era a cor das trevas e do mal, o que tornou os gatos desta pelagem os mais perseguidos pelos cristão e inquisidores. A sua associação às práticas pagãs, apenas provocou um maior distanciamento entre os cristãos e o gato. O facto de o gato ser muitas vezes sacrificado em rituais pagãos tornou-o num símbolo a combater.
Depressa começaram a surgir histórias que ligavam os gatos à bruxaria. Reza a lenda que por volta de 1560, em Linconshire, filho e pai foram assuntados por um gato preto que lhes cruzou à frente. O animal mancava e tinha vários arranhões e dirigiu-se para a casa de uma mulher que os habitantes da região suspeitavam que fosse bruxa. No dia seguinte, a mulher apareceu com uma ligadura no braço e tinha passado a mancar.
Outra história relatada conta que um agricultor cortou a orelha de um gato durante a noite. O homem acreditava que o gato estava assombrando a sua propriedade. No dia seguinte, o agricultor regressou ao local e encontrou parte da orelha de um humano. Na Alemanha, as histórias sobre a dualidade bruxa/gato preto são comuns. Uma mulher após ter sido acusada de bruxaria e condenada à fogueira, transformou-se em gato preto enquanto ardia. Foi assim que surgiu o mito de que as bruxas se transformam em gatos pretos durante a noite. É foi também desta forma que se encontrou justificação para perseguir estes animais.
Em paralelo com as lendas surgem também outros fatos históricos que na altura serviam de base de sustentação a muitas superstições. O Rei Carlos I de Inglaterra tinha um gato preto. O monarca acreditava que o seu gato lhe trazia sorte. Coincidência ou não, o gato morreu um dia antes de o Carlos I ter sido preso por Oliver Crommwell. O monarca foi acusado de traição e mais tarde decapitado.
Surpreendentemente, o gato preto sobreviveu a décadas, se não séculos de perseguição. A sua pelagem negra, pela qual era perseguido, era também uma vantagem quando caçava à noite, fundindo-se com a escuridão. Naquele tempo, não faltava alimento para os gatos, uma vez que os ratos abundavam pelas cidades e campos.
Pela altura do Renascimento, a Igreja Católica tinha já abrandado a caça aos hereges. Esta foi uma boa notícia para o gato por duas razões: por um lado os cristãos tinham conseguido reduzir a prática do sacrifício de animais, e em particular dos gatos com pelagem preta e por outro, deixaram de ser perseguidos pelos próprios cristãos.
Mas, da Idade Média resistiram as superstições profundamente enraizadas na cultura popular. Apesar de em alguns países ser mais comum associar o gato preto a um mau presságio, são várias as superstições que lhe são favoráveis em outros.
sexta-feira, 8 de abril de 2016
Gatos "Católicos" Enforcados
A ignorância humana, da qual nos ocupamos agora aqui, é a da "Grande Renascença" na Europa do século XVI, a "tal Reforma", quando os protestantes usaram gatos, bichanos enfeitados com vestimentas de bispos católicos e os enforcavam.
Quando em 1517 Martin Luther pregou suas 95 teses na porta da igreja do Castelo de Wittenberg, um movimento de reforma surgiu, o protestantismo. Os gatos, de alguma forma, "representantes" do catolicismo, e sempre vítimas do abuso do homem, tornaram-se um símbolo chave para os protestos de ingleses reformistas. Muitas vezes os gatos representavam sacerdotes e clérigos, como em um episódio terrível que envolveu a crueldade ocorrida em Cheape, Inglaterra, como nos conta uma crônica do tempo:
"Em 08 de abril, sendo então domingo, um gato vestido com um traje de clérigo católico, com suas patas dianteiras amarradas, foi enforcado em Cheape, perto da cruz na freguesia de São Mateus" (Stow Chronicle p. 623 notas de rodapé, Jardine, 1847, p.46 ).
Os protestantes também queimaram efígies do papa recheadas com gatos vivos que, coitados, gritavam de dor e espanto, que agradavam demais as multidões loucas.
Então, nós éramos representantes da Igreja Católica? A mesma religião que nos dizimou na época daquele papa Gregório IX em 1227?
Faz favor! Até no Carnaval, todos os anos, a gente se esconde pra não virar couro de tamborim ... Humanos?
Fonte: Cats in the Reformation
quinta-feira, 31 de março de 2016
Gato Preto Atravessando na sua Frente
Na Europa medieval os gatos tinham má reputação, pois eram associados com bruxas e hereges, e acreditava-se que o diabo poderia se transformar em um gato preto (Socorro! Sou um pobre gato preto). Em seu artigo “Heretical Cats: Animal Symbolism in Religious Discourse” (Gatos Heréticos: Simbolismo Animal no Discurso Religioso), Irina Metzler analisa a forma de como este ponto de vista sobre os felinos surgiu.
Assim discorre o artigo, do qual traduzo, adaptando, livremente do meu jeito, algumas partes:
Os gatos tiveram um papel muito importante para os seres humanos na Idade Média: eles caçavam ratos, evitando um sério incômodo para as pessoas, que naquela época, não tinham o mínimo conceito de higiene, e preservando alimentos estocados. No entanto, alguns escritores medievais ainda viam essa atividade em tons negativos, muitas vezes comparando a forma de como eles capturavam ratos com a forma de como o diabo poderia capturar as almas das pessoas.
Por volta do século XII, essa associação com o diabo se tornou ainda mais arraigada. Por volta de 1180, Walter Map explicava em uma de suas obras que, durante rituais satânicos "o diabo desce como um gato preto diante de seus devotos. Os adoradores apagam a luz e se aproximam do lugar de onde viram o seu mestre. Sentam-se atrás dele e quando este levanta sua cauda, começam a beijar o local debaixo desta" (esse gatinho morrendo de rir ...).
Grupos religiosos heréticos, como os cátaros e valdenses, foram acusados por clérigos católicos de se associarem e até mesmo adorarem gatos. Quando os Templários foram levados a julgamento no começo do século XIV, uma das acusações contra eles foi que permitiam que gatos fizessem o seu papel na rotina dos seus serviços e até mesmo "rezavam" por seus felinos diabólicos de estimação. A grande maioria foi chacinada ou mesma julgada e queimada junto com os bichanos.
As mulheres, muitas das quais camponesas (quase todas com um gatinho lindo, negro, como eu), que praticavam curas com ervas em enfermos de algumas vilas, coisa tradicional, arraigada, passada por gerações, muitas descendentes do povo celta, eram "bruxas" nas cabecinhas infelizes de muitos cléricos da santinha inquisição e também foram acusadas de se transformarem em forma de gatos, o que levou o Papa Inocêncio VIII (Lembram-se dessa criatura?) declarar em 1484 que "o gato era o animal do diabo e o ídolo favorito de todas as bruxas."
Nem todos os europeus medievais odiavam os gatos. Há muitos relatos de gatos sendo mantidos como animais de estimação, incluindo freiras. Além disso, os muçulmanos medievais gostavam muito de gatos. Afinal de contas, o Islã sugere que o Profeta Maomé e outros representantes dessa religião gostavam de gatos e os tratavam muito bem. Talvez a limpeza desses animais era altamente atraente para os muçulmanos.
Nas cidades medievais do Oriente Médio você poderia mesmo encontrar instituições de caridade que cuidavam de gatos de rua (peleques que nem eu... eh eh eh eh). Um peregrino europeu que viajou para o Oriente Médio ainda observou que entre as diferenças entre muçulmanos e cristãos era que "Eles gostam de gatos, enquanto nós gostamos de cães".
Artigo traduzido, adaptado, porém não modificado no seu sentido. Estou publicando aqui, nesse meu blog quase extinto, esquecido.
Dedico à Nakano Aline, pelo seu amor aos gatos. Beijos felinos!
Fontes: Mediavalists.Net.
sábado, 13 de agosto de 2011
A origem do desodorante
O suor contém alguns ácidos carboxílicos que apresentam cheiros desagradáveis e é produzido pelas glândulas sudoríparas apócrinas, que, por si só, não tem cheiro ruim. Este cheiro é produzido apenas com a adição de bactérias.
Há muito tempo, o odor do suor já era associado a animalidade que os povos civilizados tentavam eliminar. Durante o Império Romano, os homens após o banho, colocavam nas axilas almofadas contendo substâncias aromáticas.
No início do século XX começou-se a fabricar nos Estados Unidos um produto composto por uma mistura de sulfatos de potássio e alumínio, ao qual deram o nome de desodorante. Após a Segunda Guerra Mundial o uso do desodorante praticamente se espalhou por todo o Ocidente.
Atualmente muitos desodorantes apresentam na sua composição bicarbonato de sódio (NaHCO3) que reage com os ácidos carboxílicos produzindo sais inodoros.
Atualmente, os desodorantes são usados praticamente em todas as partes do corpo, nas axilas, no cabelo, nos pés, nas genitálias, inclusive nas roupas, para aromatizar ambientes e, até em animais domésticos.
As variedades de desodorantes disponíveis no comércio são variadas: aromatizados ou não, com ou sem álcool, com ou sem agentes bactericidas, apresentados sob as formas de creme, spray ou roll-on.
Os desodorantes, denominados "antitranspirantes", ocasionam o fechamento de mais ou menos 50% das glândulas sudoríparas reduzindo a eliminação de toxinas, e podem produzir processos infecciosos nas glândulas tais como furúnculos. Muitos contêm bactericidas para evitar o processo infeccioso.
Fonte: Wikipédia.
Há muito tempo, o odor do suor já era associado a animalidade que os povos civilizados tentavam eliminar. Durante o Império Romano, os homens após o banho, colocavam nas axilas almofadas contendo substâncias aromáticas.
No início do século XX começou-se a fabricar nos Estados Unidos um produto composto por uma mistura de sulfatos de potássio e alumínio, ao qual deram o nome de desodorante. Após a Segunda Guerra Mundial o uso do desodorante praticamente se espalhou por todo o Ocidente.
Atualmente muitos desodorantes apresentam na sua composição bicarbonato de sódio (NaHCO3) que reage com os ácidos carboxílicos produzindo sais inodoros.
Atualmente, os desodorantes são usados praticamente em todas as partes do corpo, nas axilas, no cabelo, nos pés, nas genitálias, inclusive nas roupas, para aromatizar ambientes e, até em animais domésticos.
As variedades de desodorantes disponíveis no comércio são variadas: aromatizados ou não, com ou sem álcool, com ou sem agentes bactericidas, apresentados sob as formas de creme, spray ou roll-on.
Os desodorantes, denominados "antitranspirantes", ocasionam o fechamento de mais ou menos 50% das glândulas sudoríparas reduzindo a eliminação de toxinas, e podem produzir processos infecciosos nas glândulas tais como furúnculos. Muitos contêm bactericidas para evitar o processo infeccioso.
Fonte: Wikipédia.
Gripe ou resfriado?
Quando se acorda espirrando, com o nariz entupido, ou se pega um ar frio e em seguida a garganta arranha, fica a dúvida: é gripe ou resfriado?
Infelizmente a gripe não é algo tão simples assim e é uma doença bem pior do que se imagina. Em crianças, idosos e pessoas com problemas imunológicos, ela pode até matar.
Resfriado é uma infecção virótica (os rinovírus são os principais agentes causadores), geralmente sem febre, na qual as principais manifestações clínicas envolvem as vias aéreas superiores, dor de cabeça, secreção nasal (coriza) ou obstrução nasal. Com a exposição ao agente, a infecção pode ser facilitada por fadiga excessiva, distúrbios emocionais ou alérgicos.
A gripe é uma infecção respiratória aguda causada pelo vírus ARN da família Orthomyxoviridae, denominado influenza, que causa febre, prostração, coriza, tosse, dor de cabeça, dor de garganta. O nome influenza vem da língua italiana, e significa "influência" (em latim, influentia).
O vírus influenza apresenta vários sorotipos e sofrem mutações de um ano para outro. Esses vírus caracterizam-se por estarem em eterna mutação e por sofrerem um fenômeno chamado de recombinação genética. Quando ocorre a mutação, surge um vírus parente do anterior e assim nós ainda temos certa defesa contra o novo porque se parece com o antigo. Mas nos casos de recombinação genética, surge um vírus absolutamente novo, contra o qual não temos defesa alguma.
Apesar da influência do frio, detectada pelos antigos, não é bem ele em si que causa a doença. O que ocorre é que as aglomerações que se formam em ambientes fechados quando a temperatura abaixa causam uma maior proximidade entre as pessoas, facilitando assim a transmissão do vírus.
Logo, o frio não é o causador da gripe, apenas cria condições para maior disseminação dos vírus em lugares não arejados onde as pessoas tossem, espirram ou falam muito perto umas das outras.
Existem vacinas que são aplicadas a cada ano, principalmente nos grupos de maior risco (idosos e pacientes com problemas respiratórios crônicos). O que podemos fazer é fortalecer o nosso sistema imunológico, ingerindo regularmente frutas ricas em vitamina C, como a laranja, acerola, limão, etc, em forma de sucos ou “in natura”.
Fonte: wikipédia; http://blogamelias.com.br/
Infelizmente a gripe não é algo tão simples assim e é uma doença bem pior do que se imagina. Em crianças, idosos e pessoas com problemas imunológicos, ela pode até matar.
Resfriado é uma infecção virótica (os rinovírus são os principais agentes causadores), geralmente sem febre, na qual as principais manifestações clínicas envolvem as vias aéreas superiores, dor de cabeça, secreção nasal (coriza) ou obstrução nasal. Com a exposição ao agente, a infecção pode ser facilitada por fadiga excessiva, distúrbios emocionais ou alérgicos.
A gripe é uma infecção respiratória aguda causada pelo vírus ARN da família Orthomyxoviridae, denominado influenza, que causa febre, prostração, coriza, tosse, dor de cabeça, dor de garganta. O nome influenza vem da língua italiana, e significa "influência" (em latim, influentia).
O vírus influenza apresenta vários sorotipos e sofrem mutações de um ano para outro. Esses vírus caracterizam-se por estarem em eterna mutação e por sofrerem um fenômeno chamado de recombinação genética. Quando ocorre a mutação, surge um vírus parente do anterior e assim nós ainda temos certa defesa contra o novo porque se parece com o antigo. Mas nos casos de recombinação genética, surge um vírus absolutamente novo, contra o qual não temos defesa alguma.
Apesar da influência do frio, detectada pelos antigos, não é bem ele em si que causa a doença. O que ocorre é que as aglomerações que se formam em ambientes fechados quando a temperatura abaixa causam uma maior proximidade entre as pessoas, facilitando assim a transmissão do vírus.
Logo, o frio não é o causador da gripe, apenas cria condições para maior disseminação dos vírus em lugares não arejados onde as pessoas tossem, espirram ou falam muito perto umas das outras.
Existem vacinas que são aplicadas a cada ano, principalmente nos grupos de maior risco (idosos e pacientes com problemas respiratórios crônicos). O que podemos fazer é fortalecer o nosso sistema imunológico, ingerindo regularmente frutas ricas em vitamina C, como a laranja, acerola, limão, etc, em forma de sucos ou “in natura”.
Fonte: wikipédia; http://blogamelias.com.br/
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Quando e como surgiu a camisinha
Homens e mulheres, durante séculos, têm procurado métodos contraceptivos. Vários foram testados, mas a maioria se mostrou apenas dolorosa e ineficaz. Na tentativa de evitar uma gravidez indesejada ou doenças sexualmente transmissíveis a humanidade inventou fórmulas tão estranhas quanto gengibre e suco do fumo ou excrementos de crocodilo, que possui pH alcalino, assim como os espermicidas modernos.
O nascimento da camisinha não foi muito mais nobre do que isto. Na Ásia usava-se um envoltório de papel de seda untado com óleo. No Antigo Egito os egípcios já usavam ancestrais de camisinhas não como anticoncepcionais, mas como proteção contra picadas de insetos (durante as caçadas, não no sexo). Elas eram feitas de tecido ou outros materiais porosos pouco eficazes como métodos anticoncepcionais.
Mas, durante a Idade Média, com a disseminação de doenças venéreas na Europa se fazia necessário a invenção de um método mais eficaz. Em 1564, o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Mais adiante, estes preservativos passaram a ser embebidos em soluções químicas (pretensamente espermicidas) e depois secados.
Foi só no século XVII, que a camisinha ganhou um "toque de classe". O Dr. Quondam, alarmado com o número de filhos ilegítimos do rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou um protetor feito com tripa de animais. O ajuste da extremidade aberta era feito com um laço, o que, obviamente, não era muito cômodo, mas o dispositivo fez tanto sucesso que há quem diga que o nome em inglês (condom) seria uma homenagem ao médico. Outros registros indicam que o nome parece vir mesmo do latim "condus" (receptáculo).
A "camisinha-tripa" seguiu sendo usada, até 1839, quando Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, fazendo-a flexível a temperatura ambiente. Mas não se anime que a higiene absoluta ainda não nasceu. Nesta época, os preservativos de borracha eram grossos e caros e por isto lavados e reutilizados diversas vezes.
As camisinhas de látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade.
Fonte: http://www.juraemprosaeverso.com.br/Curiosidades/Quandoecomosurgiuacam.htm
O nascimento da camisinha não foi muito mais nobre do que isto. Na Ásia usava-se um envoltório de papel de seda untado com óleo. No Antigo Egito os egípcios já usavam ancestrais de camisinhas não como anticoncepcionais, mas como proteção contra picadas de insetos (durante as caçadas, não no sexo). Elas eram feitas de tecido ou outros materiais porosos pouco eficazes como métodos anticoncepcionais.
Mas, durante a Idade Média, com a disseminação de doenças venéreas na Europa se fazia necessário a invenção de um método mais eficaz. Em 1564, o anatomista e cirurgião Gabrielle Fallopio confeccionou um forro de linho do tamanho do pênis e embebido em ervas. Mais adiante, estes preservativos passaram a ser embebidos em soluções químicas (pretensamente espermicidas) e depois secados.
Foi só no século XVII, que a camisinha ganhou um "toque de classe". O Dr. Quondam, alarmado com o número de filhos ilegítimos do rei Carlos II da Inglaterra (1630-1685), criou um protetor feito com tripa de animais. O ajuste da extremidade aberta era feito com um laço, o que, obviamente, não era muito cômodo, mas o dispositivo fez tanto sucesso que há quem diga que o nome em inglês (condom) seria uma homenagem ao médico. Outros registros indicam que o nome parece vir mesmo do latim "condus" (receptáculo).
A "camisinha-tripa" seguiu sendo usada, até 1839, quando Charles Goodyear descobriu o processo de vulcanização da borracha, fazendo-a flexível a temperatura ambiente. Mas não se anime que a higiene absoluta ainda não nasceu. Nesta época, os preservativos de borracha eram grossos e caros e por isto lavados e reutilizados diversas vezes.
As camisinhas de látex só surgiram em 1880 e daí evoluíram à medida que novos materiais foram desenvolvidos, adicionando novas formas, melhorando a confiabilidade e durabilidade.
Fonte: http://www.juraemprosaeverso.com.br/Curiosidades/Quandoecomosurgiuacam.htm
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
O primeiro uso das impressões digitais
Em 28 de julho de 1858, impressões digitais foram usadas pela primeira vez para fins de identificação por um funcionário da administração britânica. Mas a polícia só incorporou o método em investigações 31 anos depois.
Era irritante! Toda semana, sir William Herschel, que trabalhava na administração civil inglesa em Calcutá, fazia o pagamento dos funcionários indianos. E toda vez era a mesma coisa: havia mais gente para receber que o número real de empregados.
William não conseguia diferenciar as pessoas nem pelo nome e muito menos pela aparência. Elas lhe pareciam todas iguais. Até que, enfim, teve uma brilhante ideia: arquivou a impressão digital de cada um dos empregados. A partir daí, quando eles recebiam o salário, tinham que, além de assinar um papel, deixar a marca dos dedos indicador e médio, que seriam comparados à impressão arquivada.
A identificação era perfeita e ele nunca mais teve problemas. Sua intenção maior era fazer uma pressão moral e não tanto um apurado trabalho de comparação das digitais. Esta idéia, entretanto, não foi inédita. Já no século 14, na Pérsia, há registros de papéis oficiais que continham, ao lado da assinatura, uma impressão digital como comprovante de autenticidade. Ninguém sabia ainda que a digital é uma absoluta prova de individualidade.
Quanto mais impressões digitais William colecionava, mais ele se convencia de que se tratava de uma identificação única, sem margens de erro. Sua suposição estava certa. Todos nós temos nosso próprio e exclusivo modelo digital. Cada particularidade do desenho da pele das mãos é única, e este modelo não sofre modificações com o passar dos anos, nem é transferido geneticamente. Isto significa que todas as pessoas, incluindo as que já morreram e as que nascerão, podem ser diferenciadas uma das outras através da impressão digital.
Nem mesmo uma cicatriz no dedo é capaz de alterar a identificação. A polícia só precisa de uma parte da superfície, seja uma curvatura, um nó ou mesmo um redemoinho das finas linhas do dedo, para realizar o trabalho de investigação. Mas, desde a iniciativa de Herschel em 1858 até seu uso para fins policiais, passaram-se décadas.
A polícia usava o método de Alphonse Bertillion, que identificava um suspeito através da medição do antebraço, da coxa, da circunferência do crânio, da distância entre os dois olhos. Se isto não bastasse, o método previa outros 243 critérios. Porém, um erro da Justiça aboliu este método. Um homem foi executado como assassino de uma prostituta.
Após sua morte, seu advogado apresentou restos de uma xícara de café que havia sido destruída na cabeça da vítima. Embora o homem executado tivesse enorme semelhança física com o verdadeiro assassino, as impressões digitais nos cacos da xícara comprovaram que seu cliente não poderia ser o autor do crime. Este caso teve tamanha repercussão que a impressão digital acabou sendo definitivamente adotada pela polícia.
A datiloscopia, como é chamado o sistema de identificação por meio de impressões digitais, foi empregada pela primeira vez na Alemanha em 1903, pelo departamento criminal de Dresden. Em 1914, quase todos os países já utilizavam este sistema.
Fonte: http://www.odebate.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=14979&Itemid=17
domingo, 31 de julho de 2011
O salto da pulga
Estudiosos da Universidade de Cambridge, na Grã-Bretanha, resolveram o mistério de como pulgas saltam tão longe e tão rápido.
Estudos anteriores já haviam revelado que a energia necessária para catapultar uma pulga a uma distância 200 vezes maior do que o comprimento do seu corpo tinha sua origem em uma estrutura elástica, semelhante a uma mola, presente no organismo do inseto.
Filmagens feitas com câmeras capazes de capturar objetos se movendo em alta velocidade revelaram que o segredo está na forma como as pulgas usam suas pernas traseiras – como alavancas de múltiplas partes.
"Finalmente descobrimos que as pulgas não pulavam se estava escuro", explicou Sutton. "Então, desligávamos as luzes, posicionávamos a câmera para colocar a pulga no plano (de filmagem), acendíamos a luz e a pulga saltava".
Esse ‘efeito alavanca’ permite que as pulgas pressionem suas patas no chão e a liberação repentina da ‘mola enrolada’ projeta o inseto para a frente e para cima, afirmam os cientistas na revista científica Journal of Experimental Biology.
Pulga é o nome comum dos insetos sem asas da ordem Siphonaptera. As pulgas são parasitas externos que se alimentam do sangue de mamíferos e aves. Estes animais podem transmitir doenças graves como o tifo e a peste bubônica.
Elas afetam normalmente animais de estimação, como o gato, o cachorro, entre outros. Elas dependem do hospedeiro para se alimentarem e se protegerem, permanecendo toda a sua vida. Além de provocarem incômodo pelas picadas, transmitem vermes, parasitas sanguíneos e podem induzir a processos alérgicos, diminuindo a qualidade de vida dos animais.
O tamanho de uma pulga dependendo da espécie pode chegar a 5 mm de comprimento.
Fonte: G1 / Wikipédia
Estudos anteriores já haviam revelado que a energia necessária para catapultar uma pulga a uma distância 200 vezes maior do que o comprimento do seu corpo tinha sua origem em uma estrutura elástica, semelhante a uma mola, presente no organismo do inseto.
Filmagens feitas com câmeras capazes de capturar objetos se movendo em alta velocidade revelaram que o segredo está na forma como as pulgas usam suas pernas traseiras – como alavancas de múltiplas partes.
"Finalmente descobrimos que as pulgas não pulavam se estava escuro", explicou Sutton. "Então, desligávamos as luzes, posicionávamos a câmera para colocar a pulga no plano (de filmagem), acendíamos a luz e a pulga saltava".
Esse ‘efeito alavanca’ permite que as pulgas pressionem suas patas no chão e a liberação repentina da ‘mola enrolada’ projeta o inseto para a frente e para cima, afirmam os cientistas na revista científica Journal of Experimental Biology.
Pulga é o nome comum dos insetos sem asas da ordem Siphonaptera. As pulgas são parasitas externos que se alimentam do sangue de mamíferos e aves. Estes animais podem transmitir doenças graves como o tifo e a peste bubônica.
Elas afetam normalmente animais de estimação, como o gato, o cachorro, entre outros. Elas dependem do hospedeiro para se alimentarem e se protegerem, permanecendo toda a sua vida. Além de provocarem incômodo pelas picadas, transmitem vermes, parasitas sanguíneos e podem induzir a processos alérgicos, diminuindo a qualidade de vida dos animais.
O tamanho de uma pulga dependendo da espécie pode chegar a 5 mm de comprimento.
Fonte: G1 / Wikipédia
sexta-feira, 29 de julho de 2011
O curioso porquinho-da-índia
No século XVI, quando os navegadores espanhóis buscavam um novo caminho para as Índias, em busca de especiarias, aportaram por engano em terras sul-americanas, mais exatamente no atual Peru. Após provarem "churrascos" de certo animal que os nativos conheciam por “Cuí” (e assim o chamam até hoje por causa dos seus gritos curtos, semelhantes ao som emitido pelos porcos), simpatizaram com ele e o adotaram como mascote.
Voltaram para o velho continente com vários deles nas malas e um nome equivocado: porquinho-da-índia. Mas as confusões não pararam por aí. Logo após a chegada à Espanha, os "porquinhos-da-índia" peruanos se transformaram em moda e se espalharam por toda a Europa e o Novo Mundo, não mais como alimentação como eram e ainda são utilizados no Peru, mas como animais de estimação.
Michael Schleissner, um aficionado criador alemão de porquinhos há 32 anos, esclarece: "Existe uma teoria de que tal nome lhe foi atribuído porque os navegantes (agora ingleses), ao retornarem da América do Sul trazendo o mascote predileto da Europa, paravam na Guiné, um país da costa africana. Ao saber da parada, as pessoas achavam que o bichinho vinha da Guiné, e não do Peru.
E ele continua: "Outros atribuem o nome porco-da-guiné ao preço que era cobrado pelos marinheiros ingleses pelos bichinhos, um ‘guinea’, uma moeda de ouro muito utilizada na época". Em inglês, esses roedores são chamados de guinea pigs.
Este curioso roedor e companheiro das crianças é uma ótima opção de animal de estimação. Com um temperamento sociável e de fácil manejo, é uma mascote que tem sucesso garantido.
Em relação a outros roedores, leva vantagem por ser mais lento e, portanto mais fácil de ser encontrado e apanhado. Embora aprecie uma soneca, o porquinho sempre estará disposto a um passeio ou brincadeira.
Ele se adapta bem ao ser humano se acostumado desde pequeno, aceitando bem o cativeiro. Raramente morde, a não ser que se sinta ameaçado.
O porquinho-da-índia se alimenta com comida de coelho em pelotas (peletizada), feno, ou capim, legumes (exceto o alface, que pode causar diarréia) e frutas frescas. Brócolis e couve-flor são legumes maravilhosos por causa da alta quantidade de vitamina C.
Comidas novas devem ser apresentadas aos poucos, uma de cada vez, para se ter certeza que o porquinho não terá uma reação ruim a elas.
O macho chega a pesar entre 1 kg e 1,2 kg e a medir 25 cm quando adulto. Já as fêmeas são mais leves, com aproximadamente 20 cm de comprimento e entre 800 e 900 gramas de peso.
Vive, em média, quatro anos. Para o primeiro acasalamento, se recomenda que o macho tenha de três a quatro meses e as fêmeas de três a sete meses. Jamais depois de sete meses. O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias.
A fêmea do porquinho-da-índia tem, em média, de dois a três filhotes. O tamanho ao nascer é de 7,62cm. A idade ideal para o desmame é de três semanas.
Fontes: http://pt.shvoong.com; http://www.petfriends.com.br.
Voltaram para o velho continente com vários deles nas malas e um nome equivocado: porquinho-da-índia. Mas as confusões não pararam por aí. Logo após a chegada à Espanha, os "porquinhos-da-índia" peruanos se transformaram em moda e se espalharam por toda a Europa e o Novo Mundo, não mais como alimentação como eram e ainda são utilizados no Peru, mas como animais de estimação.
Michael Schleissner, um aficionado criador alemão de porquinhos há 32 anos, esclarece: "Existe uma teoria de que tal nome lhe foi atribuído porque os navegantes (agora ingleses), ao retornarem da América do Sul trazendo o mascote predileto da Europa, paravam na Guiné, um país da costa africana. Ao saber da parada, as pessoas achavam que o bichinho vinha da Guiné, e não do Peru.
E ele continua: "Outros atribuem o nome porco-da-guiné ao preço que era cobrado pelos marinheiros ingleses pelos bichinhos, um ‘guinea’, uma moeda de ouro muito utilizada na época". Em inglês, esses roedores são chamados de guinea pigs.
Este curioso roedor e companheiro das crianças é uma ótima opção de animal de estimação. Com um temperamento sociável e de fácil manejo, é uma mascote que tem sucesso garantido.
Em relação a outros roedores, leva vantagem por ser mais lento e, portanto mais fácil de ser encontrado e apanhado. Embora aprecie uma soneca, o porquinho sempre estará disposto a um passeio ou brincadeira.
Ele se adapta bem ao ser humano se acostumado desde pequeno, aceitando bem o cativeiro. Raramente morde, a não ser que se sinta ameaçado.
O porquinho-da-índia se alimenta com comida de coelho em pelotas (peletizada), feno, ou capim, legumes (exceto o alface, que pode causar diarréia) e frutas frescas. Brócolis e couve-flor são legumes maravilhosos por causa da alta quantidade de vitamina C.
Comidas novas devem ser apresentadas aos poucos, uma de cada vez, para se ter certeza que o porquinho não terá uma reação ruim a elas.
O macho chega a pesar entre 1 kg e 1,2 kg e a medir 25 cm quando adulto. Já as fêmeas são mais leves, com aproximadamente 20 cm de comprimento e entre 800 e 900 gramas de peso.
Vive, em média, quatro anos. Para o primeiro acasalamento, se recomenda que o macho tenha de três a quatro meses e as fêmeas de três a sete meses. Jamais depois de sete meses. O período de gestação é de 59 a 72 dias, sendo a média de 62 dias.
A fêmea do porquinho-da-índia tem, em média, de dois a três filhotes. O tamanho ao nascer é de 7,62cm. A idade ideal para o desmame é de três semanas.
Fontes: http://pt.shvoong.com; http://www.petfriends.com.br.
domingo, 3 de abril de 2011
Mensagens subliminares
Você já deve ter ouvido falar sobre mensagens subliminares, tem uma noção ou talvez nem saiba o que é, mas ainda existem pessoas que fazem muita confusão sobre este assunto.
Mensagem Subliminar não é necessariamente coisa do demo, satânica ou muito menos uma espécie de "macumba gráfica" para conseguir coisas ou controlar as pessoas. Pelo menos ela não funciona desse jeito.
O princípio de tudo está em nosso subconsciente, que registra fielmente tudo em nossa vida, o que vemos, sentimos, pensamos, sonhamos, ouvimos, falamos... Tudo.
Antes, vamos a uma breve explicação do que é Mensagem Subliminar:
"As Mensagens Subliminares são usadas quase que sempre para fins publicitários, e resumem-se na tentativa de passar uma informação ou idéia para um grupo de pessoas, de uma maneira abaixo do nível do consciente."
Melhor explicando, a mensagem, quando passada abaixo do nível consciente, passa a ser aceita pela pessoa que a recebe pois não encontra resistência ou oposição, que é criada por nós apenas quando estamos no estado consciente. Um exemplo disso é o sono. Quando sonhamos, deixamos nosso estado consciente e aceitamos tudo como se fosse real, sem oferecer resistência ou oposição.
É assim que a mensagem subliminar funciona. Posso dar um exemplo: Você, quando jovem, soube que existia o sexo e logo viu que era uma coisa boa. E assim ficou no seu subconsciente, sexo é uma coisa boa. OK, mas logo vieram te dizer que era para esquecer isso, que sexo era uma coisa feia. Simplesmente "enterraram" (bloquearam) a informação anterior de que sexo era uma coisa boa. E esse bloqueio ficou no seu inconsciente, uma espécie de co-piloto.
Sendo assim, a mensagem subliminar ultrapassa essas barreiras do consciente e do inconsciente e vai direto à informação de que ela necessita (no caso, de que sexo é uma coisa boa), que se encontra no nosso subconsciente, que tudo registra fielmente, não obtendo resistência ou oposição.
A mensagem subliminar pode ser inserida em vários meios: vídeos, músicas, figuras e até em textos.
No caso dos vídeos, o que geralmente se encontra é a inserção de subliminares em apenas alguns quadros, sem que quem esteja vendo perceba a mensagem no tempo normal do vídeo (propaganda televisiva, filme, etc.), fazendo com que a mensagem inserida seja "gravada" pelo nosso subconsciente. O que acontece é que quando se grava um vídeo, as imagens são divididas em quadros e, pelo o que eu sei, por segundo, existem cerca de 30 quadros. Sendo assim, se colocarem uma mensagem do tipo "use tal produto" ou "você quer tal coisa", logo essa mensagem será lida pelo seu subconsciente e você irá agir de acordo com o que a mensagem pede como se você mesmo estivesse querendo aquele produto por decisão própria.
Nas músicas, posso citar três formas de como se usam subliminares: uma é conhecida por backward masking, em que se grava uma fala e se coloca na música, mas invertida. Você não entenderia nada se ouvisse mas seu subconsciente sim. A segunda é bem interessante: existem freqüências inaudíveis ao ouvido humano, como aquelas que só os cães, por exemplo, que possuem a audição mais apurada que a nossa, podem ouvir. Então, coloca-se algo nessa faixa de freqüência da música e você certamente não vai ouvir, menos seu subconsciente, que registra tudo fielmente. A terceira é a mais sem graça delas: simplesmente colocam uma fala dum jeito tão rápido que você também não iria nem perceber Mas seu subconsciente... sim.
Subliminar nos textos é bem fácil. Veja:
Votei no fulano devido à sua plataforma
de governo. Educação, saúde e cadeia pra ladrão.
de governo. Educação, saúde e cadeia pra ladrão.
Não entendeu? Vou te explicar: viu as palavras em negrito? Elas é que são a subliminar. Em um texto simples, falando bem de um tal fulano, simplesmente disse que ele é ladrão. Parece besteira, mas seu subconsciente assimila as palavras fulano e ladrão facilmente, nesse caso, pois estão em negrito. Isso também poderia aparecer de uma outra maneira, como em um discurso em que se dá ênfase às palavras em negrito dessa frase.
Exemplos
Alguns desses exemplos nem mesmo são mensagem subliminar. Podem apenas se tratar de mais uma forma de expressão de Arte, uma mensagem subliminar não-intencional ou um mero engano.... Mesmo assim, com eles, você entenderá de maneira bem fácil como a mensagem subliminar pode ser inserida e feita.
As armadilhas das Artes
Muitos dizem que existem mensagens subliminares em pinturas, mas isso não é totalmente verdade. Existe a mensagem subliminar sim mas, como a Arte procura maneiras e maneiras de se expressar, seria mais certo dizer que é mais uma maneira que o artista encontrou para expressar sua arte e não uma forma que o artista encontrou para influenciar as pessoas sem encontrar resistência, que é o caso das mensagens subliminares.
Neste primeiro caso, mostro um pintura que parece simples, mas ela esconde algo mais.
Também não consegui identificar o que tinha a mais da primeira vez que vi. Se você também não conseguiu, veja a figura abaixo.
Pois é. É a silhueta de Napoleão. Não é necessariamente uma mensagem subliminar, mas não deixa de ser um exemplo de como ela pode aparecer.
Agora, aqui você vai ver como um pintor conseguiu colocar uma caveira em sua pintura sem que ela fosse perceptível à primeira vista. A estória que eu lembro ter lido dessa pintura era de que o pintor queria mostrar que um reinado da época estava por acabar ou coisa desse tipo. Aí está a caveira:
E aqui está essa caveira na pintura:
Essa pintura, pelo o que eu me lembro, é uma pintura de Salvador D'ali, se é esse o nome. Nele dá pra ver um rosto mas ele é formado pelo o que seria duas freiras; os olhos são o rosto dessas freiras. Pode-se ver também outras imagens ocultas, como um rapaz ajoelhado no canto inferior esquerdo da pintura.
Poderíamos chamar essa pintura de O casal e o bebê. Mas... Bebê? Que bebê? Também demorei para perceber a "mensagem subliminar" nessa pintura quando a vi pela primeira vez, mas vou te dizer: o bebê está representado subliminarmente através da árvore e seus galhos. Perfeito, eu diria. Note a idéia que a pintura passa, junto dessa "mensagem subliminar": o casal está junto e abraçado, mostrando união e companheirismo, olhando o que seria seu futuro, um belo e tranqüilo horizonte. E quem faz parte desse belo e tranqüilo horizonte? O bebê que está por vir.
Enganos, enganos...
Essa mensagem subliminar foi uma das últimas que eu peguei na net e, pelo o que eu li, os suecos olharam para a moeda de dois Euros e disseram: Ei! Qual é?! Nosso país nessa moeda tá parecendo um pênis! Isso é uma mensagem subliminar! Blá, blá, blá...
Eles tinham razão, mas não muito. A figura de um pênis é muito usada em mensagens subliminares, mas não foi esse o caso. Poderíamos dizer que essa foi uma mensagem subliminar não-intencional pois, mesmo parecendo um pênis, quem o fez não tinha a intenção de colocá-lo como mensagem subliminar ou talvez isso nem passou pela(s) cabeça(s) dessa(s) pessoa(s).
E está aí o mapa da Europa com os países que adotaram o Euro (os mesmos que estão na moeda) em destaque para comprovar isso. E não é que a Suécia parece mesmo um pênis?
Cuidado!
Muita mensagem subliminar pode estar por aí e você, mesmo já entretido no assunto, pode nem suspeitar dela. Por exemplo, programas de televisão. Nunca nem ouvi falar em alguma mensagem subliminar em algum programa de TV, mas isso não quer dizer que não pode haver alguma. Como exemplo, mostro imagens de um telejornal de uma televisão Espanhola, a TVE. Nesse caso, é um telejornal, um programa destinado a informar as pessoas mas, imagina se, em uma notícia importante como as eleições para presidente, num fundo onde aparecem e desaparecem palavras como notícias, eleições, esporte, política, economia, mundo, etc., apareçam palavras menores (mais difíceis de se ler) como vote, candidato tal, tal número, etc. Pode parecer difícil de se acontecer, mas não é impossível, não é?
No caso das figuras abaixo, não posso dizer se há alguma mensagem subliminar pois não tenho nenhuma informação sobre elas. Coloquei mais para servir de exemplo de como as mensagens subliminares podem ser aplicadas.
Aprenda
Quer fazer sua própria mensagem subliminar? Aqui está um exemplo bastante simples para você aprender. Não é exatamente mensagem subliminar pois dá pra perceber fácil a diferença de cores nas palavras, mas imagina se todas fossem de uma só cor, as palavras filho da puta, porco e mau caráter estariam escondidas, só apareceriam para o seu zeloso subconsciente, fazendo com que você associasse estas expressões sem questioná-las.
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