segunda-feira, 7 de maio de 2012

Mitos e verdades sobre o câncer

Instituto do Câncer de São Paulo alerta sobre mitos que dificultam o controle e diagnóstico do câncer. Crenças populares sem respaldo científico podem prejudicar a detecção precoce do câncer e o tratamento da doença.

"Com o maior acesso à internet pela população, o que poderia ser um facilitador da busca por informações pertinentes, nota-se, também, a propagação de diversos mitos e inverdades sobre o câncer", afirma o oncologista Paulo Hoff, diretor geral do Icesp - Instituto do Câncer do Estado de São Paulo, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP.

Confira o alerta do Icesp sobre mitos e verdades sobre a doença.

 Mitos

- Uso de desodorantes pode causar câncer de mama.

- Somente quem tem histórico familiar está sujeito a desenvolver a doença.

- Ingestão de leite prejudica o tratamento do câncer.

- O consumo de adoçantes provoca o surgimento da doença.

- Falta de higiene nas regiões íntimas não está relacionado ao câncer.

- Câncer é uma doença contagiosa.

- Pessoas negras não têm câncer de pele.

- Segurar a urina dá câncer de bexiga.

- Prática de relações sexuais sem preservativos não aumenta risco de desenvolvimento da doença.

- Implantes de silicone podem provocar câncer de mama.

- Alimentos preparados no micro-ondas podem provocar câncer.

- Um câncer pode ser causado por uma pancada.

- Todo nódulo ou tumor se transformará em câncer.

Verdades

- Falta de vitamina D pode aumentar os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.

- HPV está relacionado ao desenvolvimento de tumores no ânus, e nos órgãos da região da cabeça e do pescoço.

- Consumo de álcool e tabaco elevam as chances de desenvolvimento da doença.

- Ter filhos mais tarde (após os 30 anos) aumenta os riscos de desenvolvimento de câncer de mama.

- Quanto maior a idade, maiores as chances de desenvolvimento de um câncer. Mas isto não significa que jovens não estejam sujeitos à doença.

- Homens também podem ter câncer de mama.

- Câncer tem cura. Quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de curá-lo.

Fonte: Bem Estar

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