quinta-feira, 3 de maio de 2012

Catherine Deneuve Photoset

Algumas fotos da parisiense e lindérrima Catherine Deneuve, descoberta por Roger Vadim. Considerada um modelo de elegância e beleza gálica e uma das mais respeitadas atrizes do cinema francês e mundial. Nos anos 1960, fez a reputação de símbolo sexual frio e inacessível através de filmes em que interpretava donzelas lindas e frígidas como "A Bela da Tarde" de Luis Buñuel e "Repulsa ao Sexo" de Roman Polanski.






O registro mais antigo do uso do fogo

Pedaço de osso chamuscado há 1 milhão
de anos (Foto: Paul Goldberg/Divulgação)
A descoberta do uso do fogo por hominídeos recua a data desse domínio em 300 mil anos. Cinzas de plantas e ossos chamuscados foram encontrados em uma caverna. Mais uma reportagem para (des) complicar mais ainda a "coisa" (opinião deste blogueiro)   .

Um estudo publicado em 02/04/2012 pela "PNAS", revista da Academia Americana de Ciências, indica que nossos antepassados começaram a dominar o fogo há um milhão de anos - 300 mil antes do que os pesquisadores acreditavam anteriormente.

O artigo afirma que esta é "a mais antiga evidência segura de fogo em um contexto arqueológico".

A descoberta se baseia em fragmentos encontrados na caverna Wonderwerk, na África do Sul. São cinzas de plantas e pedaços de ossos chamuscados, aparentemente queimados dentro da caverna, e não trazidos de fora por fenômenos naturais.

Além disto, objetos encontrados no sítio arqueológico, como minério de ferro, também foram expostos ao fogo. A análise dos especialistas, feita com uma tecnologia em infravermelho, mostrou que a temperatura da fogueira de folhas e gravetos não passava de 700 graus Celsius.

O achado fundamenta estudos anteriores, que afirmam que o Homo erectus - antepassado do homem moderno - era adaptado à dieta de alimentos cozidos.

"O impacto de cozinhar alimentos é bem documentado, mas o impacto do controle do fogo teria alcançado todos os elementos da sociedade humana. Socializar em volta de uma fogueira de acampamento pode ser, na verdade, um aspecto essencial do que nos torna humanos", afirmou Michael Chazan, um dos autores da pesquisa, em material divulgado pela Universidade de Toronto, no Canadá, onde ele trabalha.

Fundo da caverna Wonderwerk (Foto: R. Yates/Divulgação)


Fonte: G1;

Estátua pode retratar uma gladiadora


Estatueta da Roma Antiga: registro
de uma mulher gladiadora vitoriosa?
A estatueta retrata uma moça de porte atlético e torso nu. O braço erguido e a mão que segura um objeto (uma pequena espada?) sugerem triunfo - ou ameaça. Para um pesquisador espanhol, trata-se da única imagem de uma gladiadora vitoriosa a chegar até nós.

A análise da peça romana está em artigo na edição recente da revista especializada "International Journal of the History of Sport" e é assinada por Alfonso Manas, da Universidade de Granada.

A estatueta de bronze não é, em si, uma descoberta nova. Ela integra o acervo do Museu de Arte e Comércio de Hamburgo, na Alemanha. Ocorre que a interpretação corrente sobre a figura é que ela retratava apenas uma atleta depois do exercício.

É que os estudiosos anteriores consideravam que o objeto na mão da moça seminua seria um estrígil, um raspador curvo, de metal, que os gregos e romanos antigos usavam para limpar a pele após se exercitarem.

O sujeito suado e sujo de pó aplicava uma camada de azeite perfumado sobre a pele e depois usava o estrígil para raspá-la. A limpeza era concluída com um bom banho, de preferência nas termas que eram uma das marcas da civilização romana.

No entanto, argumenta Manas, a postura da garota seria absurda se ela estivesse mesmo segurando um estrígil acima da cabeça e olhando para baixo. De fato, a iconografia da Antiguidade costuma mostrar as pessoas raspando a pele com o apetrecho, e não desse jeito.

Ele propõe que, na verdade, o objeto é uma "sica", espada curta ou adaga recurva usada pelos gladiadores. E aponta outros sinais que apontariam para a identidade da figura como lutadora.

A faixa amarrada no joelho também era comum entre os gladiadores. E os seios nus vão contra a tese de que se trata de uma atleta (no mundo greco-romano, por definição, uma pessoa de condição livre): as poucas mulheres esportistas da época não mostravam os seios ao treinar.

Já escravas (categoria em que se encaixavam todos os gladiadores, fora um ou outro aristocrata maluco que quisesse entrar na arena) tinham bem menos barreiras para mostrar o busto.

Anna McCullough, pesquisadora da Universidade do Estado de Ohio (EUA) que estuda as poucas pistas sobre as gladiadoras romanas que chegaram até nós, diz que, a princípio, a interpretação do pesquisador espanhol parece fazer sentido.

"O gesto da estátua é bem mais parecido com uma pose de triunfo do que com a de alguém que está usando o estrígil", disse ela ao site americano "LiveScience.com".

Por outro lado, ela disse estranhar a ausência de algum tipo de armadura ou capacete protegendo o corpo da suposta lutadora.

Fonte: Folha - 02/05/2012